segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O que é DEEKSHA?


DEEKSHA



Em sânscrito, Deeksha significa “transmissão de energia elevada”, “energia cósmica” ou “energia pura”. Trata-se de uma entrega de energia pura do Mestre, que se transforma num vórtice para a “revelação do discípulo (a)”, ou para a sua Iluminação, que só é alcançada pela graça divina.

Desde o hinduísmo, ou séculos antes de Cristo, seres divinos como Krishina, Buda, Mahavira e outros deram Deeksha a seus discípulos diretos. O próprio Jesus fez transferência de energia aos apóstolos e usou-a para a cura. Outros mestres, escolas de mistério, xamãs lidaram com a transferência de energia pura como parte dos ritos de iniciação presencial entre Mestre e discípulo.

Nesse momento de tantas tensões na história da humanidade e de condições tão desfavoráveis para o meio ambiente e a sobrevivência da vida no planeta, Sri Amma e Sri Bhagavan se apresentam como os Avatares da Iluminação. São eles quem estão dando Deeksha para os discípulos diretos, iniciados (Deeksha-Das) e, através deles, para a humanidade. Até o ano 2012, a missão de Sri Amma e Sri Bhagavan é iluminar cerca de 64 mil pessoas para que o ser humano consiga atingir a Era Dourada. Esse é o campo morfogenético necessário para a entrada da humanidade em outro patamar de Vida. Leia a entrevista com Sri Bhagavan feita por Kiara Windrider.

A energia pura da Deeksha atuando no cérebro das pessoas faz aflorar questões essenciais que estão além da mente, para serem trabalhadas, curadas e para que a pessoa consiga dar o próximo passo, o salto quântico ou atingir a iluminação. Padrões básicos emocionais e comportamentais começam a ser limpos nesse processo, tornando mais fácil o despertar da autoconsciência. Por isso, a Deeksha é experimentada de forma muito particular e cada pessoa vive o seu próprio processo. Em alguns casos, pessoas que receberam Deeksha tiveram dores de cabeça, dores no corpo, afloraram sonhos, recordações e emoções passadas. Quando isso acontece é sinal de abertura e limpeza! Outros contam que têm insights reveladores e uma nova compreensão do próprio processo pessoal. Há pessoas que dão testemunho de grandes mudanças na própria vida.

Sri Amma e Sri Bhagavan têm milhões de discípulos na Índia e em todo o mundo que manifestam a fé e a crença em Deus de diferentes modos e através de diferentes religiões. Até o final de 2005, eram cerca de três mil os que haviam passado pela iniciação direta com Eles ou pelo “Processo de 21 Dias” como é chamado. Somente os iniciados diretos, ou Deeksha-Das, podem dar Deeksha, porque eles se transformaram em canais para que a energia pura de Sri Amma e Sri Bhagavan toque outras pessoas através deles.

Deeksha, portanto, não é uma simples prática ou uma disciplina espiritual. Nesse caso, somente os que passaram pelo samskara shuddhi (limpeza interior) com ajuda da Sri Amma e Sri Bhagavan, dos Seres Cósmicos (seres de consciência muito elevada), (homas) rituais de limpeza e guiados pelos Dasajis (monges) é que podem dar Deeksha por meio da impostação de mãos sobre a cabeça da outra pessoa. Os iniciados podem, em determinadas circunstâncias, dar Deeksha à distância, por intenção, com o olhar, um abraço, através de uma atividade profissional ou artística. É como se o/a Deeksha-Das se transformasse num beija-flor que polizina a Vida e forma redes de energia de luz (como os neurônios no cérebro) entre pessoas e por todo o planeta.







Como se sabe, é milenar a afirmação de sábios, mestres e, atualmente, de cientistas da área de neurociência, que é no cérebro que ocorre a mudança para se atingir a iluminação. Nesse sentido é que Sri Bhagavan afirma que “a Deeksha é um fenômeno neurológico”, porque ela atua na região dos lóbulos parietais e frontais. Os lóbulos parietais são responsáveis pela orientação espacial e pelas sensações, incluindo a de estar separado de todas as coisas. Nos seres humanos, os parietais estão hiperativos e, portanto, dificultam o sentimento de pertencimento, paz e Unidade. Os lóbulos frontais são responsáveis, entre outras funções, pela produção de hormônios como, por exemplo, a oxitocina, a dopamina e outros, que são os hormônios da compaixão, do prazer e da alegria. Atualmente, os lóbulos frontais estão pouco ativos no ser humano. A Deeksha atua, portanto, no sentido de harmonizar as funções do cérebro, o sistema límbico, o neocórtex e a medula oblonga, chamada de “esfera do Criador”. A medula oblonga é a responsável por manter todo o funcionamento vital do corpo humano, como a respiração, a digestão e a circulação. Ela trabalha silenciosamente, sem que você esteja consciente dela, sem julgamento e com a mesma eficiência seja para o corpo de um santo, um criminoso, um milionário ou uma mulher. Leia alguns textos em Ciência.

Stricto sensu, Deeksha não é religião. Sri Bhagavan afirma que “a Deeksha vai ajudar você a confiar ainda mais na sua própria fé”. Se você não tem uma crença ou religião, mas se sente re-ligado (a) com o divino, o ato de receber Deeksha pode ser um momento de profunda comunhão, de insights reveladores e até de se chegar a estados alterados de consciência que caracterizam o estado de Unidade com tudo o que existe.



Moola Mantra

O Moola Mantra é uma benção Divina. Você não precisa ser devoto de Sri Amma e Sri Bhagavan para receber esta Graça, mas você precisa invocá-la com o coração.

A benção Divina do Moola Mantra é para todos aqueles que estão buscando o fim do sofrimento e que aspiram atingir um estado elevado de consciência ou iluminação. O Moola Mantra contém a natureza de Deus e da criação.



“Aum Sat-Chit Ananda Parabrahma,
Purushotama, Paramatma,
Sri Bhagavathi Sametha,
Sri Bhagavathe Namaha ”



Significado do Moola Mantra:

Aum/Om – Som original do Universo
Sat – Existência
Chit - Consciência
Ananda – Benção
Parabrahma – O maior de todos, Deus, O-sem-forma, Aquele que está além do espaço
e do tempo
Purushotama – O Deus manifestado (Jesus, Buddha, Kalki)
Paramatma – O Divino em nosso coração
Sri – Palavra que designa tratamento cerimonioso a uma alta consciência
Bhagavathi – O aspecto feminino do Divino
Sametha – Em conexão com
Bhagavethe – O aspecto masculino do Divino
Namaha – Eu me entrego, reverencio tudo isto

Angela Bauer
Terapeuta Holística
Harmonização Pessoal e de Ambientes.
21 9222-1906 / angelabaueratitude@gmail.com
  


domingo, 2 de setembro de 2012

USP CONFIRMA EFICÁCIA DO PASSE MAGNÉTICO




Um estudo desenvolvido recentemente
pela USP (Universidade de São Paulo), em
conjunto com a Unifesp (Universidade
Federal de São Paulo), comprova que a
energia liberada pelas mãos tem o poder
de curar qualquer tipo de mal estar.
O trabalho foi elaborado devido às
técnicas manuais já conhecidas na
sociedade, caso do Johrei, utilizada pela
Igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo
tempo semelhante à de religiões como o
Espiritismo, que pratica o chamado
“passe”.
Todo o processo de desenvolvimento
dessa pesquisa nasceu em 2000, como
tema de mestrado do pesquisador
Ricardo Monezi, na Faculdade de
Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de
investigar quais seriam os possíveis
efeitos da prática de imposição das
mãos.
“Este interesse veio de uma vivência
própria, onde o Reiki (técnica) já havia
me ajudado, na adolescência, a sair de
uma crise de depressão”, afirmou
Monezi, que hoje é pesquisador da
Unifesp.
Segundo o cientista, durante seu
mestrado foi investigado os efeitos da
imposição em camundongos, nos quais
foi possível observar um notável ganho
de potencial das células de defesa contra
células que ficam os tumores.
“Agora, no meu doutorado que está
sendo finalizado na Unifesp, estudamos
não apenas os efeitos fisiológicos, mas
também os psicológicos."
A constatação no estudo de que a
imposição de mãos libera energia capaz
de produzir bem-estar foi possível
porque a ciência atual ainda não possui
uma precisão exata sobre esse efeitos.
“A ciência chama estas energias de
‘energias sutis’, e também considera que
o espaço onde elas estão inseridas
esteja próximo às frequências
eletromagnéticas de baixo nível”,
explicou.
As sensações proporcionadas por essas
práticas analisadas por Monezi foram a
redução da percepção de tensão, do
stress e de sintomas relacionados a
ansiedade e depressão.
“O interessante é que este tipo de
imposição oferece a sensação de
relaxamento e plenitude. E além de
garantir mais energia e disposição”.
Neste estudo do mestrado foram
utilizados 60 camundongos.
Já no doutorado foram avaliados 44
idosos com queixas de stress.
O processo de desenvolvimento para
realizar este doutorado foi finalizado no
primeiro semestre do ano passado.
Mas a Unifesp está prestes a iniciar
novas investigações a respeito dos
efeitos do Reiki e práticas semelhantes.
Lembremos que Jesus ao curar sempre
estendia as mãos.
Religiões Populares Brasileiras também
estende as mãos a mais de quatro
séculos, descendentes do africanismo.
Os egípcios, já usavam esse método bem
antes de Cristo.
Outras Filosofias como diversas técnicas
orientais também aceitam a imposição
de mãos sobre o outro.
Atualmente Religiões protestantes
também praticam.

Partilho de: Luz da nova era ( grato )
Via. Mônica Aguiar Inocente

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

DOENÇA PSICOSSOMÁTICA




DOENÇA PSICOSSOMÁTICA


Segundo a psicóloga americana Louise L. Hay, todas as doenças são criadas por nós. Afirma ela que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece em nosso organismo.

Todas as doenças têm origem num estado de nao-perdão, diz Louise. Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem devemos perdoar. Quando estamos empacados em certo ponto, significa que precisamos perdoar mais.

Pesar, tristezas, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento. A seguir, vc irá conhecer uma relação de algumas doenças, e suas prováveis causas elaboradas pela psicóloga acima:



Amigdalite (garganta inflamada) = Emoções reprimidas, criatividade sufocada

Anorexia = Ódio extremo de si mesmo

Apendicite = Medo da vida, bloqueio do fluxo do que é bom.

Arteriosclerose = Resistência, recusa de ver o bem

Artrite = Crítica guardada por longo tempo

Asma = Sentimento contido, choro reprimido

Bronquite = Ambiente familiar inflamado, gritos, discussões

Câncer = Mágoa profunda, tristeza mantida por muito tempo

Colesterol = Medo de aceitar a alegria

Derrame = Resistência. Rejeição à vida

Diabetes = Tristeza profunda

Diarréia  = Medo, rejeição, fuga

Dor de cabeça = Autocritica, falta de valorização

Dor nos joelhos = Medo de recomeçar, medo de seguir em frente

Enxaqueca = Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista

Frigidez = Medo, negação do prazer

Gastrite = Incerteza profunda, sensação de condenação

Hemorróidas = Medo de prazos determinados, raiva do passado

Hepatite = Raiva, ódio. Resistência a mudanças

Insônia = Medo, culpa

Labirintite = Medo de não estar no controle

Meningite = Tumulto interior, falta de apoio

Nódulos = Ressentimento, frustração. Ego ferido

Pele (acne) = Não perdoa a si mesmo

Pneumonia = Desespero, cansaço da vida

Pressão alta = Problema pessoal duradouro não resolvido

Pressão baixa = Falta de amor quando criança

Prisão de ventre = Preso ao passado, medo de não ter dinheiro suficiente

Pulmões = Medo de absorver a vida

Resfriados = Confusão mental, desordem, mágoas

Reumatismo = Sentir-se vítima, falta de amor, amargura

Rinite alérgica = Congestão emocional, culpa, crença em perseguição

Rins = Medo de crítica, do fracasso, desapontamento

Sinusite = Irritação com pessoa próxima

Tireóide = Humilhação

Tumores = Alimentar-se de mágoas, acumular nervoso

Úlcera = Medo de não ser bom o bastante

Varizes = Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.




PORTANTO, VAMOS TOMAR CUIDADO COM NOSSOS SENTIMENTOS!
Principalmente aqueles que escondemos de nós mesmos... Quem esconde seus sentimentos, retarda o crescimento da ALMA.










AV. Das Américas, 19.019 sala 333 – Recreio dos Bandeirantes - RJ.
21 9222-1906
atitudeharmonizacao.blogspot.com
facebook.com/bauerangela



Avaliação dos efeitos centrais dos florais de Bach em camundongos através de modelos farmacológicos específicos


Angela Bauer
Terapeuta Holística

ANGELA CRISTINA BAUER FROTA
PROFISSIONAL AUTÔNOMO 229822 – TERAPEUTA HOLÍSTICO
Insc. Munic. 0509630-8 / CNPJ/CPF 466.916.260/87



Revista Brasileira de Farmacognosia

Print version ISSN 0102-695X
Rev. bras. farmacogn. vol.16 no.3 João Pessoa July/Sept. 2006
doi: 10.1590/S0102-695X2006000300014 
ARTIGO

Avaliação dos efeitos centrais dos florais de Bach em camundongos através de modelos farmacológicos específicos

Evaluation of central effects of Bach Flowers Remedies in mice using specific pharmacological models


Márcia M. De-SouzaI,*; Milene GarbelotoI; Karin DenezII; Iriane Eger-MangrichI
INúcleo de Investigações Químico Farmacêuticas, Centro de Ciências da Saúde, Universidade do Vale do Itajaí, Rua Uruguai 458, Centro, 88202-302, Itajaí, SC, Brasil
IICurso de Naturologia Aplicada, Universidade do Sul de Santa Catarina, Campus Florianópolis, Av. Pedra Branca 25, 88132-000, Palhoça, SC, Brasil



RESUMO
Os Remédios Florais de Bach (RFB), constituem um método alternativo de tratamento usado largamente na terapêutica de várias patologias em muitos países do mundo. Os RFB são reconhecidos como tratamento natural pela OMS desde 1956. Embora o mecanismo de ação dos RFB ainda não tenha sido elucidado, eles vêm sendo indicados para o tratamento de várias doenças neuropsiquiátricas. O objetivo do presente trabalho foi detectar possíveis efeitos centrais dos RFB em modelos farmacológicos utilizados na pesquisa de substâncias com efeitos ansiolíticos, hipnóticos, antidepressivos e neurolépticos. Para tanto, camundongos receberam um tratamento agudo via oral (0,45 mL) 1 hora antes dos testes. Os resultados mostraram que os florais Gorse e, em conjunto, White chestnut, Agrymony e Vervain exibiram perfis antidepressivo e hipnótico, respectivamente. No modelo de ansiedade foi detectado efeito ansiolítico do floral Agrymony. Entretanto, não foram observados efeitos neurolépticos do floral Clematis. Os resultados nos levam a sugerir que os efeitos centrais dos florais avaliados podem ser parcialmente detectados através de modelos farmacológicos utilizados na pesquisa de agentes psicotrópicos.
Unitermos: Remédios Florais de Bach (RFB), modelos farmacológicos, depressão, ansiedade, esquizofrenia, insônia.



ABSTRACT
The Bach Flowers Remedies (BFR's) are worldwide used as an alternative therapeutical approach for several pathologies, being considered by WHO as natural therapy since 1956. Despite the unknown mechanism of action, the BFR's have been widely used on treatment of several neuropsychiatry diseases. Based on pharmacological models used to detect ansiolitic, antidepressant, hypnotic and neuroleptyc effects of different substances, the aim of this work was to evaluate possible central effects of the BFR's. For this purpose, albino mice received BFR's treatment (0.45 mL) by oral route 1 hour prior to each test. The results revealed that the Gorse flower alone and a mix of White chestnut, Agrymony and Vervain showed antidepressant and hypnotic effects, respectively. On the anxiety model, Agrymony showed an ansiolitic effect but no neuroleptyc effects were observed for Clematis floral therapy. The herein described results allow us to conclude that the studied BFR's central effects may be partially detected through pharmacological models currently and widely used on psychotropic agents research.
Keywords: Bach Flowers Remedies (BFR's), pharmacological models, depression, anxiety, schizophrenia, insomnia.

  INTRODUÇÃO
Os Florais de Bach ou Remédios Florais de Bach (RFB) consistem em um tipo de medicação alternativa usado intensamente nos dias de hoje, isoladamente ou em associação com a medicação alopática.
São considerados como instrumentos de cura suaves, sutis, profundos, vibracionais, com uso reconhecido em mais de 50 países e aprovados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) desde 1956 (Mantle, 1997). Os florais, como um instrumento de trabalho terapêutico, devem ser entendidos também como expressão de uma forma de pensar, sentir e atuar na vida em geral.
Embora seja bastante claro que o sistema terapêutico dos Florais de Bach é distinto daquele utilizado pela homeopatia, o Dr. Bach foi bastante influenciado pelas idéias de Hahnemann e isto é refletido na filosofia e na aplicação dos RFB (Van Haselen, 1999). Bach, trabalhando inicialmente como médico alopata, depois homeopata especializado na pesquisa em bacteriologia no Hospital Homeopático de Londres, concluiu que a origem de qualquer doença deve ser investigada no âmbito das manifestações emocionais prévias. Estes desvios emocionais são provavelmente o alvo de atuação dos florais (Leary, 1999).
Como os remédios homeopáticos, os RFB sofrem intenso processo de diluição. Eles são usualmente produzidos por gotejamento de essência de flores frescas em água, formando uma solução a qual é subseqüentemente adicionado o "brandy", originando a "tintura mãe". O "brandy" tem função preservativa do floral, para ser usado posteriormente (Chancellor, 2000). Não foram encontrados ainda na literatura quaisquer indícios de que os RFB possuem substâncias químicas provenientes das plantas que os originam, que explicassem seus efeitos terapêuticos. Os proponentes para este tratamento afirmam que seu modo de ação não depende de mecanismos moleculares comparáveis a terapêutica convencional. Assim como os remédios homeopáticos, eles exercem sua ação através da "energia" que é transmitida das flores para o remédio (Armstrong; Ernst, 2002). Como essa "energia" é de difícil quantificação, muitos críticos ao tratamento argumentam que os Florais de Bach (e todos os outros atualmente utilizados terapeuticamente) são na realidade simplesmente placebos (Fricke, 1999; Armstrong; Ernst, 2001). Além disso, trabalhos utilizando a metodologia científica com o intuito de estudar mais profundamente a eficácia dos RFB são bastante escassos. Diante do exposto, o objetivo do presente trabalho foi detectar os efeitos centrais dos RFB, em camundongos, através de modelos farmacológicos específicos, amplamente utilizados na triagem de substâncias psicotrópicas farmacologicamente ativas (Almeida et al., 1999; 2001; Sousa et al., 2004).

MATERIAL E MÉTODOS
Animais
Foram utilizados camundongos Swiss machos, pesando entre 18 a 35 g, obtidos do Biotério Central da UNIVALI, onde eram aclimatados a 22 ± 2 ºC, em um ciclo de 12 h claro e 12 h escuro e tratados com ração e água "ad libitum". Os animais foram mantidos no laboratório 1 h antes da realização dos experimentos para aclimatação. Esta pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UNIVALI, através do parecer nº 30/1998.
Florais de Bach e drogas utilizadas nos experimentos
Para selecionar os florais que foram avaliados, foi realizado um minucioso estudo sobre as principais características de pacientes portadores de doenças neuropsiquiátricas e os RFB aplicados em sua terapêutica. Desta forma, os seguintes florais foram selecionados: Agrymony, para a ansiedade; Gorse, para a depressão; Clematis, para a esquizofrenia; e em conjunto os florais Agrymony, White chestnut e Vervain, para a insônia. Os florais foram preparados utilizando-se 2 gotas das essências em 30 mL de água mineral. O conservante normalmente utilizado ("brandy"), não fez parte destas preparações para excluir uma possível interferência do álcool sobre o comportamento dos animais. Entretanto, um grupo que foi tratado com "brandy" o conteúdo de álcool presente na solução foi de 0,171 mLs calculados a partir do teor alcoólico do "brandy" (38.5%). Foram também utilizados os seguintes fármacos: anfetamina, pentobarbital sódico, apomorfina, imipramina (SIGMA, EUA) e diazepam (CRISTÁLIA, Brasil).
Tratamento
Os experimentos foram conduzidos utilizando-se um experimento do tipo cego. Grupos de 10 a 15 animais receberam um tratamento agudo através da administração oral de 0,45 mL da solução de cada um dos florais testados. Após 1 hora, os animais foram submetidos aos testes farmacológicos. Ensaios com os controles positivos (fármacos utilizados alopaticamente) e negativos (veículo onde foi diluído os florais) foram realizados nas mesmas condições.
Modelos farmacológicos utilizados
Avaliação do efeito antidepressivo: Para detectar o efeito antidepressivo foi utilizado o teste do nado forçado ("forced swimming test"). Este teste foi desenvolvido por Porsolt; Bertin e Jalfre (1977) para a pesquisa com drogas antidepressivas. Após o tratamento com o floral Gorse, veículo ou imipramina (10 mg/kg), o tempo de imobilidade foi cronometrado. Os animais utilizados no teste foram submetidos previamente a condições de estresse (baixa temperatura por 1h) durante 5 dias consecutivos (Jay et al., 2004).
Avaliação do efeito ansiolítico: Para detectar o efeito ansiolítico foi utilizado o teste do Labirinto em Cruz Elevado (LCE). O teste foi realizado segundo Pellow e File (1987) e Imhof et al. (1993). Os animais foram tratados com o floral Agrymony e com os controles positivo (diazepam - 0,75 mg/kg) e negativo (veículo).
Avaliação dos efeitos sobre a atividade locomotora: A fim de excluir a possibilidade de que os florais pudessem atuar sobre o sistema motor dos animais, comprometendo os resultados dos testes comportamentais, os mesmos foram submetidos a uma sessão de teste em campo aberto ("Open-Field"), após o tratamento com os florais, como descrito por Rodrigues et al. (1996).
Avaliação do efeito hipnótico: Para detectar o efeito hipnótico do conjunto de florais White chestnut, Agrymony e Vervain, foi utilizado o teste de indução do sono por barbitúricos, conforme descrito por De-Souza et al. (2003). Adicionalmente, um grupo de animais também foi tratado com brandy (substância alcoólica na qual os florais normalmente são diluídos) com o objetivo de verificar se tal substância poderia interferir nos efeitos observados terapeuticamente.
Avaliação do efeito neuroléptico: Para detectar o efeito neuroléptico, foi utilizado como modelo animal de esquizofrenia, o teste de indução da estereotipia (comportamento de "klibing"). Foi observado o comportamento de subidas ("Klibing") e/ou descidas da gaiola, conforme os vários graus de estereotipia, como estabelecido por Naidu e Kulkarni (2002).
Análise estatística
Foi realizada por meio de análise da variância seguida pelo teste de múltipla comparação, utilizando-se o método de Dunnett e/ou Newman-Keuls, quando apropriado. Valores de p < 0,05 foram considerados como indicativos de significância.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os resultados obtidos mostram que, após o tratamento agudo com os Florais de Bach, os efeitos centrais podem ser detectados através de diversos modelos farmacológicos.
Com relação ao modelo de depressão, avaliado através do teste do nado forçado, os animais pré-tratados com o floral Gorse apresentaram significativa redução do tempo de imobilidade (F = 39,38) p < 0,01, quando comparado com o grupo de animais tratados com o veículo (Figura 1). Entretanto, este efeito não foi superior aquele observado com a imipramina, um fármaco utilizado terapeuticamente para o controle de depressão maior (Brunello et al., 2002). O objetivo deste modelo foi reproduzir, no animal, um comportamento semelhante à doença e que fosse sensível às drogas clinicamente efetivas. O modelo se baseia na observação de que roedores, quando forçados ao nado, adotam uma postura de imobilidade após um período inicial de agitação. Um animal é considerado imóvel quando flutua ou faz movimentos necessários apenas para manter sua cabeça acima da água (Borsini; Meli, 1989; Raghavendra; Kaur; Kulkarni, 2000). Etologicamente, este modelo se compara ao estado de anedonia que o paciente depressivo apresenta durante o curso da doença. Portanto, animais "deprimidos" tendem a apresentar tempo de imobilidade elevado, o que não foi observado no grupo pré-tratado com Gorse (Figura 1), sugerindo um efeito antidepressivo deste floral.

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O uso dos florais de Bach no tratamento da depressão endógena e/ou reativa já é realidade desde a década de 90. Chancellor (2000) e Ernst (2002) afirmam que indivíduos com este tipo de transtorno reagem muito bem ao tratamento com os RFB e, Masi (2003) reforça tal afirmação através de experimentos controlados. Entretanto, a eficácia da terapêutica só se aplica a casos de depressão leve. Em casos mais graves, os RFB são associados aos antidepressivos tradicionais. Segundo Bach (1990), dos remédios utilizados, Gorse é o apropriado para os casos em que o paciente apresenta alto estágio de desesperança. Este efeito pôde ser observado no presente estudo, onde animais tratados com Gorse e, submetidos ao teste do nado forçado, mostraram-se muito mais ativos e apresentaram menor desesperança quando comparados aos animais do grupo controle (Figura 1). Entretanto, embora o floral em estudo tenha aumentado o comportamento de imobilidade dos animais, um efeito antidepressivo maior foi observado com o uso da imipramina.
Entre as anomalias do sono, a insônia é uma das que mais acomete a população, atualmente. A insônia prejudica o desempenho do indivíduo, principalmente por interferir nos processos de atenção, humor, cognição e memória (Benca et al., 1997; Roth; Costa e Silva; Chase, 2001; Jessup et al., 2004; Mazza et al., 2004). Para o tratamento da insônia utilizam-se agentes hipnóticos (Maher, 2004). Uma substância com propriedades hipnóticas é aquela que diminui a latência para o sono e aumenta seu tempo total (Norup, 2002). Desta forma, em modelos farmacológicos de sono, o composto que interfere nesses dois parâmetros de forma significativa, possui efeito hipnótico. Com relação a esse efeito, o conjunto de florais utilizado neste trabalho (White chestnut, Agrymony e Vervain), produziu de forma significativa [(F = 10,30) p < 0,05] a redução da latência (Figura 2A) e, simultaneamente aumentou o tempo total de sono (Figura 2B) [(F = 10,40) p < 0,05], sugerindo, portanto, o efeito hipnótico dos florais avaliados.
Como os RFB utilizados na terapêutica são normalmente diluídos em substância alcoólica (Van Haselen, 1999), a qual possui efeitos hipnóticos (Kobayashi et al., 2002), um grupo controle, com brandy (teor alcoólico de 38% nos 0,45 mLs administrado aos animais), também foi avaliado. Interessantemente, verificou-se que não houve modificações nos parâmetros experimentais relacionados ao sono dos animais pré-tratados com brandy quando comparados com o controle, o qual recebeu apenas o veículo no qual os florais testados foram diluídos (água mineral). Estes resultados sugerem que os florais e, não o brandy, é que são responsáveis pelas alterações benéficas nos padrões do sono dos usuários insones. O tratamento dos distúrbios do sono com os RFB também tem sido descrito. Chancellor (2000), cita que o conjunto de florais aqui utilizado é indicado para pacientes ansiosos que exibem alterações no ciclo circadiano. Também tem sido relatado que indivíduos insones se adaptam muito bem à terapia com os florais de Bach, dispensando a medicação com os hipnóticos tradicionais, como os barbitúricos e benzodiazepínicos (Khong; Sim; Hulse, 2004).
Os resultados observados na Figura 3 referem-se aos dados obtidos com os animais tratados com o floral Agrymony e submetidos ao modelo de ansiedade. O LCE é um modelo etológico que se baseia na aversão natural dos roedores por lugares abertos e claros e falta de tigmotaxia (Lister, 1987; Treit; Pesold; Rotzinger, 1993). O LCE foi validado de forma farmacológica, etológica e fisiológica por Pellow e File, em 1985. O aparato é feito de madeira e consiste de dois braços abertos opostos e dois fechados. Os braços fechados estão conectados por uma plataforma central e elevados a uma altura de 45 cm do nível do piso. Substâncias ansiolíticas induzem um comportamento de exploração dos braços abertos do labirinto, aumentando a freqüência de entradas nesses braços, bem como o tempo em que os animais o exploram. Como mostra a Figura 3, o tratamento com o floral Agrymony, promoveu uma tendência ao aumento [(F = 13,52) p < 0,05] na freqüência de entradas (painel A) nos braços abertos e aumento do tempo (embora sem significância estatística) de permanência dos animais nesses braços (painel B). Os mesmos parâmetros (painéis C e D) foram reduzidos de forma estatisticamente significante nos braços fechados [(F = 11,52) p < 0,05; (F = 8,06) p < 0,05], sugerindo um possível efeito ansiolítico do floral Agrymony.
Trabalhos recentes vêm reportando o uso dos Florais de Bach no tratamento da ansiedade. Armstrong e Ernest (2001) avaliaram de forma randomizada e duplo cega os efeitos do Rescue (um RFB usado em situações emergenciais) em 100 indivíduos com sintomas de ansiedade. Os pacientes que usaram o remédio floral tiveram redução significativa dos sintomas apresentados.
Recentemente, Wonchenscher (2003) demonstrou que o efeito placebo não foi encontrado em vários ensaios clínicos realizados com os Florais de Bach, contrapondo as alegações feitas por Walach e sua equipe (2001) de que os RFB exibem efeito placebo. A hipótese de efeito placebo para os RFB vem sendo gradualmente descartada, uma vez que os efeitos benéficos dos mesmos também são observados em animais, tendo os RFB ampla aceitabilidade na clínica veterinária, onde este efeito não pode ocorrer (Chancellor, 2000).
Procurando excluir a possibilidade de que o tratamento com o floral pudesse estar influenciando o sistema motor dos animais e, conseqüentemente interferindo nos resultados dos modelos adotados, os mesmos camundongos tratados para a ansiedade e depressão foram submetidos ao teste em campo aberto ("Open-field"). Como mostra a Tabela 1, a performance dos animais tratados com os florais não difere dos controles, nos dois parâmetros comportamentais avaliados.
Os florais de Bach também foram testados em um modelo animal para substâncias neurolépticas. Os modelos animais de esquizofrenia se baseiam principalmente no antagonismo do efeito dos neurolépticos sobre o sistema motor dos animais (Thongsaard, 1997; Wirshing, 2004). O modelo de estereotipia se caracteriza pela indução farmacológica da hiperatividade dopaminérgica por drogas como a apomorfina ou a anfetamina e, a posterior aplicação de substâncias com possíveis propriedades neurolépticas. No modelo, a hiperatividade dopaminérgica (hipótese da disfunção neuroquímica envolvida na gênese da esquizofrenia) foi induzida com apomorfina, um agonista não seletivo dos receptores D2. A aplicação de apomorfina induz no animal um comportamento estereotipado quantificado através da movimentação (ou não) do mesmo durante o teste. Substâncias com propriedade neurolépticas induzem um comportamento de catalepsia fazendo com que o animal permaneça no assoalho da gaiola (Naidu; Kulkarni, 2002). Como observado na Tabela 2, os animais tratados somente com o controle positivo haloperidol (neuroléptico clássico) apresentaram grau zero, não sendo observadas alterações significativas nos animais tratados com o floral Clematis, quando comparados com o controle negativo (veículo).
Embora a terapia com florais esteja sendo indicada para o tratamento das doenças neuropsiquiátricas, os estudos científicos sobre o assunto são escassos na literatura. Os poucos que existem e, que foram publicados em revistas indexadas, recebem críticas ferrenhas enfatizando um possível efeito placebo. Por outro lado, em espécies onde os florais são utilizados com êxito (os animais na clínica veterinária), o efeito placebo é descartado uma vez que os mesmos são desprovidos de elementos neurofisiológicos responsáveis pela auto-sugestão (Chancellor, 2000). Desta forma, o efeito terapêutico dos Florais ainda não foi esclarecido, mas é passível de comprovação científica. No presente estudo, através dos resultados obtidos, reconhecidamente pode-se sugerir que os efeitos centrais dos Florais de Bach podem ser detectados através de modelos farmacológicos específicos como ocorre com os fármacos terapeuticamente reconhecidos.

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Recebido em 15/09/05
Aceito em 23/02/06


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segunda-feira, 2 de julho de 2012



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Sete alimentos que combatem a ansiedade


Ricos em vitaminas e aminoácidos, eles melhoram a tranquilidade e a disposição

POR ROBERTA VILELA - PUBLICADO EM 04/03/2011  
Está cada vez mais difícil manter a calma? Todo mundo vive dizendo que você é uma pessoa ansiosa? A ansiedade provoca uma bagunça nas emoções e de quebra ainda reflete na saúde. Quando em excesso, ela desencadeia a sensação de mal-estar e te impede de viver a vida com mais leveza, sem tanta angústia em relação ao que ainda está por vir. Os ataques de gula também são creditados a ela. Existem tratamentos e terapias para controlar a ansiedade, mas sabia que a alimentação também pode ajudar a domar este furacão interno? Alguns alimentos contêm aminoácidos e vitaminas essenciais, que atuam diretamente diminuindo o estresse, combatendo a ansiedade e aumentando os níveis de serotonina, responsável pelo bem-estar e pelo relaxamento. A seguir, conheça os sete alimentos campeões para aquietar a mente.


     


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Frutas cítricas: Estudos comprovaram que a vitamina C, presente nas frutas cítricas, diminui a secreção de cortisol, hormônio liberado pela glândula adrenal em resposta ao estresse e à ansiedade e responsável por transmitir a notícia de estresse para todas as partes do corpo. Seu consumo promove o bom funcionamento do sistema nervoso e aumenta a sensação de bem-estar. "Vitaminas e minerais, como a vitamina C, por exemplo, são perdidas nos quadros de estresse e ansiedade, além de queda de açúcar no sangue (hipoglicemia). Por isso, existe a necessidade de suprir essas carências", ressalta a nutricionista Rosana Farah, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade.


Leite, ovos e derivados magros: Eles são uma ótima fonte de um tipo de aminoácido, o triptofano, que alivia os sintomas de ansiedade. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, uma vez no cérebro, o triptofano aumenta a produção de serotonina, o hormônio da felicidade, que é um neurotransmissor capaz de relaxar e dar sensação de bem-estar. A especialista recomenda o consumo de 2 a 3 porções por dia deste grupo de alimentos.


Carboidratos: Os carboidratos, provenientes dos cereais na sua forma simples e integrais, e das frutas mais adocicadas, também podem combater a indesejada ansiedade. "Eles elevam o nível de açúcar no sangue, dando energia, bem-estar e disposição", explica Rosana Farah. Pães, arroz, aveia, feijão, massas, batata, mel, jabuticaba, uvas, maçãs fazem parte deste grupo alimentar. A quantidade recomendada é de 6 a 9 porções diárias.


Banana: Um estudo feito por pesquisadores do Instituto de Pesquisas de Alimentos e Nutrição das Filipinas comprovou que esta fruta ajuda no combate da depressão e alivia os sintomas da ansiedade. Graças ao alto teor de triptofano qua a fruta carrega, ajudando na produção de serotonina.


Carnes e peixes: Eles são a melhor fonte natural de triptofano, aminoácido que em conjunto com a vitamina B3 e o magnésio produzem serotonina, um neurotransmissor importante no processo do sono, do humor e que regula os níveis de ansiedade. Além disso, as carnes e peixes contêm outro aminoácido chamado taurina. Esta substância aumenta a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade. "A recomendação diária em relação às carnes é de 1 a 2 porções, dê sempre preferência às carnes brancas e magras", recomenda a nutricionista Rosana Farah.


Chocolate: O chocolate é rico em flavonoides, um tipo de antioxidante que favorece a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e que melhora o humor, reduzindo a sensação de ansiedade. explica a especialista em nutrição clínica e gastronomia, Rosana Farah. O recomendado são 30 gramas de chocolate por dia. E de preferência ao chocolate amargo, bem menos calórico e mais rico em flavonoides.


Espinafre: O espinafre contém folato (ácido fólico), que é uma potente vitamina antidepressiva natural. Segundo a nutricionista Rosana Farah, ele combate a ansiedade, pois quando está em baixas concentrações no organismo também diminui os níveis cerebrais de serotonina. Além disso, segundo um estudo da Universidade da Califórnia, o cérebro consome muita energia para funcionar e isso resulta na sobra de resíduos químicos oxidantes. É neste momento que alimentos, como o espinafre, começam a trabalhar para eliminar as substâncias em excesso, "desenferrujando" o cérebro.