quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Focalizar aquilo em que se tanto sonha, irá facilitar a concretização. Não que o universo ou forças mitológicas irão lhes dar. Sua confiança que irá crescer. E autoconfiança é adubo e é chuva.

Fred Sa Teles

Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender



1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.

2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.

3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.

4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.

5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.

6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.

7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".

8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".

9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.

10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

Luís Fernando Veríssimo

O apego aos bens materiais é tanto que produz cegueira absoluta da razão na maioria das pessoas. Carlos Roberto Sabbi

O apego é a maior escravidão. Aquele que se apega, renunciou ao direito de liberdade. Valter da Rosa Borges

Medo se vence com segurança. Apego se vence com renúncia. Aversão se vence com amor. Hermógenes

Escolhendo uma boa vida, de A a Z


Sunday, 19 December 2010, 19:11 | Tags: , , , | 1 comentário
Postado por Fábio Betti

“A partir da consciência cotidiana de um viver transitório, que se vive em cada instante como se fosse eterno, surge em nós o desejo e a busca do permanente na intenção de reter o valor ou o sentido desse presente que, mesmo vivenciado permanente, sabe-se que é transitório.”

Depois que ouvi e refleti muito sobre essa frase proferida em uma aula de Biologia-Cultural por meu professor Humberto Maturana, resolvi criar uma lista de palavras poderosas na arte de criar uma boa vida, que aparecem aqui organizadas em ordem alfabética, para facilitar que sejam lembradas a cada instante em que caminhos diferentes se apresentam a nossa frente à espera que escolhamos o mundo em que queremos viver.

A de afeto amor amizade alegria abundância amasso. A de abraço.
B de bem bom bondade beijo na bochecha beijo na boca. B de bem bom.
C de cuidado candura carinho caridade consciência confiar. C de conversa circular.
D de desapego deleite diálogo. D de dois.
E de entrega equilíbrio espírito esquecimento espiral expiração. E de evolução.
F de feliz fé. F de felicidade é….
G de gentileza gratidão. G de graça de graça.
H de hoje honestidade hoje.
I de inspiração inocência intenso identidade. I de inteiro na integridade.
J de jovens juntos já.
K de kundalini Krishna Khronos.
L de leveza luminosa. L de liberdade.
M de música mundo. M de movimento mudo.
N de nós nus na natureza nua.
O de observar ouvir o outro.
P de poesia prazer perdão presença presente paz. P de pais.
Q de querer sem querer a quem nem quando nem quanto.
R de rede roda respeito refletir rir e rir e rir até ruir.
S de sexo solto silêncio sonho. S de sou soul.
T de transitória totalidade transparente transcendência tão tao. T de tesão.
U de unidade uma um una uno.
V de vontade.
W de waking up waking life.
X da questão?
Y de Yin-yang. Y de you yes.
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

Perdida de mim

Tuesday, 08 November 2011, 06:49 | Tags: , , | 3 comentários

Postado por Clarissa Porciuncula

Fiquei um tempo perdida de mim. De quando em quando essas coisas me acontecem. Vou e volto em meus pensamentos para entender onde foi o escorregão ou o que eu penso ter sido um escorregão. Bem, é claro que descubro ‘n’ motivos e circunstâncias que me levaram ou levam a determinadas situações. Como essa, no caso, de “estar perdida”. Acontece quando olho ao meu redor e vejo o que construí, o que fiz, o que faço e meus planos para o futuro e sinto que algo não está bom, que está errado e não me faz feliz. Podemos chamar de ‘balanço’.

Uma das situações em que me encontrei foi a de ter me colocado extremamente ligada a meu parceiro, marido, companheiro. Às vezes, olhando de fora, é mais fácil ver as posições em que nos colocamos em determinados momentos da vida. Daí, como uma daquelas chacoalhadas que os cães dão quando estão com as orelhas molhadas, dei uma bela chacoalhada em meus pensamentos, visualizei a questão e caí em mim.

Há muito, desvencilhei-me de antigas atitudes que tinha em fatos como esse que descrevo aqui, por exemplo: meu marido estar cansado demais e irritado por problemas de trabalho, dinheiro e/ou, principalmente, por problemas de foro íntimo, mas que não me dizem respeito diretamente.

Minha posição nessas ocasiões já foi, no passado remoto, de profunda e quase ilimitada empatia, quando me via achando soluções e discutindo questões onde eu nada poderia fazer para mudá-las ou amenizá-las, mas o fazia acreditando aliviar a carga emocional do outro. Mesmo assim, procurava a solução para algo que não me competia e me desgastava com isso, obviamente.

Quando tentamos achar soluções que não nos competem, o desgaste é certo. Porém, com o passar dos anos e muito trabalho. aprendi que cada coisa tem seu espaço e lugar. Não adianta querermos amenizar ou solucionar problemas de outros por mais que os amemos. Filhos, pais, amigos, companheiros, o que for. O que podemos fazer nessas ocasiões é oferecer nosso ombro ou nosso colo, o que mais nos convier e garantir o aconchego aos tropeços e derrotas do outro que, por ventura, ocorrerem.

Digo isso por que vejo muitos casais numa situação semelhante. Uma das partes precisa estar mais lúcida e entender que o problema do outro É DO OUTRO e não seu. Isso pode salvar relações. Prestar apoio, compreensão, amizade ou amor pode ser simples para alguns, mas, entrar num problema do seu/sua companheiro(a) que voce não poderá resolver, só fará com que ambos se encontrem num beco sem saída.

A questão aqui não é você se abster de ajudar, compartilhar ou aconselhar e, se for o caso, até chorar junto, tudo bem. Mas manter sua consciência, lucidez e inteligência para que possa se preservar e assim manter sua integridade emocional, conseguindo diferenciar as diversas situações que acontecem na vida de um casal ou nas relações como um todo.

Como eu já disse antes e repito aqui, os casais não são um. São duas pessoas distintas com problemas emocionais distintos, características diferentes e caráter próprios. Cabe a cada um de nós entendermos e “nos encaixarmos” POSITIVAMENTE nas brechas emocionais em que e quando o outro nos permite

Você já está anestesiado quando…

Sunday, 11 May 2008, 21:57 | | 5 comentários

Postado por Fábio Betti

Somos 99% responsáveis pelo nosso destino. Subtrai 1% dessa conta, porque sempre há, sim, o poder do imponderável, um estímulo que vem de fora e que nos pega pelo braço em direção a uma escolha que não é nossa. Porque o outro também escolhe, mas, certamente, nada que se compare às nossas próprias escolhas. Basta que se pegue duas pessoas colocadas frente ao mesmo fato. Cada uma fará sua própria interpretação e, não raras vezes, poderemos ter duas reações completamente opostas. Uma poderá reagir positivamente, e a outra exatamente o contrário, isto é, se abalará de tal maneira que a mais remota possibilidade de ela estar enganada com esse julgamento será motivo para que renegue qualquer sopro de esperança que ameace sua certeza pétrea na impossibilidade de fuga do sofrimento. Essa também é uma definição de pessimismo.

O pessimista encara de tal forma o destino, que opiniões opostas serão usadas de maneira distorcida para comprovar que sua tese é a correta. Olha só a voz do pessimista: "basta olhar a sua volta para ver como o mundo se deteriorou. Os noticiários mostram um percentual duas ou três vezes maior de desgraças do que de trajetórias felizes." Pessimistas têm sempre um arcabouço infindável de argumentos de defesa para suas teses. Os finais trágicos são um potente combustível para os eles.

Mas prometi uma lista e aqui está minha lista de fatos que apresentam fortes indícios de que se está “vivendo” anestesiado. Anestesia que tanto pode significar privação parcial ou total da sensibilidade quanto produção de inconsciência completa, relaxamento muscular e ausência da sensação da dor, o que comprova mais uma vez que não existe nenhuma experiência de contato tão estreito com a morte do que a experiência provocada por esse processo de anestesia auto-induzida. Mas vamos à lista!

Você já está anestesiado quando acha normal ficar 12 horas trancado num cubículo cheio de pó e ar viciado, dirigir mais 3 horas, dormir outras 6 e só reservar, no máximo, 3 horas para fazer algo por si mesmo.

Você já está anestesiado quando ocupa sua vida de tal maneira que realmente não sobra tempo para ocupar-se consigo mesmo.

Você já está anestesiado ou melhor, ainda mais anestesiado, quando usa as 3 horas que tem por dia para se anestesiar com outras drogas como televisão, isolamento e medo.

Você já está anestesiado quando não se importa mais com as notícias de tragédias que são despejadas sobre você como a narração de uma corrida de cavalos. Você só se interessa pelos números: quantos morreram? Quem, não importa. Lembre-se, ou melhor, esqueça-se: você está anestesiado!

Você já está anestesiado quando não repara mais que seu companheiro ou sua companheira também é como você, cheia de angústias, desejos, necessidades, medos. Você trata essa parceria da mesma forma como você contabiliza tragédias: com frieza e distanciamento.

Você já está anestesiado quando escolhe a dor ao amor, quando se apega à raiva e não à compaixão, quando você renuncia ao prazer pelo poder, quando perde a fé em si mesmo, quando nada mais parece importar a não ser a tentativa de repetição de tudo o que já foi e, portanto, já está morto.

Você já está anestesiado quando a realidade é tão distante da fantasia que a única saída parece ser o caminho do auto-engano.

Mas se você está anestesiado, é porque aplicou a anestesia em si mesmo. Porque os outros realmente podem lhe causar algum mal em determinada circunstância de sua vida, mas só você pode agir por toda a eternidade. E pode começar quando quiser, inclusive, neste instante…

http://www.discutindoarelacao.com.br/?p=327#comment-1209

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Spiritus: MENOS É MAIS

Spiritus: MENOS É MAIS: (Waldemar Falcão) Recentemente tive a oportunidade de entrevistar o astrólogo, músico e escritor Waldemar Falcão para o programa de web tv ...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Angela Bauer Terapeuta Holística Harmonização Pessoal e de Ambientes 21 9222-1906 / abauer@v3av.com Florais de Bach Dr. Edward Bach Nas

Angela Bauer

Terapeuta Holística

Harmonização Pessoal e de Ambientes

21 9222-1906 / abauer@v3av.com

Florais de Bach

Dr. Edward Bach

Nasceu a 24 de setembro de 1886 em Moseley, Inglaterra; cresceu mostrando grande amor pela natureza e um interesse especial em aliviar o sofrimento humano. Reconhecido médico homeopata e patologista em saúde pública, completou sua obra com a descoberta dos "Florais de Bach", nos anos 30 deste século em Mont Vernon na Inglaterra. Segundo ele, para se recuperar de uma doença, é preciso ter uma mente sã. Os Florais de Bach ajudam a restabelecer um equilíbrio das emoções negativas.

O que são

O sistema Bach tem 38 essências e mais um composto emergencial que é o Rescue Remedy, que perfazem 39 estados arquetípicos de cura; resultantes do conflito entre o Eu Superior e a Personalidade.

Essas essências foram divididas em 7 grupos distintos, onde foram observadas as personalidades e a forma como cada uma reagia frente a uma doença; bem como os conflitos fundamentais que impedem de sermos verdadeiros para nós mesmos.

Os grupos são: do medo, da incerteza e insegurança, da falta de interesse no presente, da solidão, da hipersensibilidade a influencias e idéias, do desespero ou desanimo e do excesso de preocupação pelo bem estar dos demais.

Para o Dr. Bach, a atitude mental tem um papel vital na manutenção da saúde e na recuperação das doenças. Por isso os Florais tratam o doente e não a doença, pois atuam como catalisadores trabalhando com as emoções negativas e não as suprimindo ou escondendo, como os efeitos das medicações farmacológicas. Estimula-se o potencial de autocura para a obtenção da virtude contrária, através das propriedades curativas das flores.

O sistema do Dr. Bach é útil para doenças, bem como para períodos de dificuldades, de fadiga e para a auto-descoberta.

“A doença não é crueldade nem castigo, mas tão somente um corretivo, um instrumento do qual se serve nossa alma para nos apontar nossos erros, resguardando-nos de cometer erros ainda maiores, para nos impedir de causar mais danos e trazer-nos de volta àquele caminho da verdade e da luz, do qual nunca deveríamos ter nos afastado.”

Eduard Bach (Curta-te a ti mesmo).

Forgiveness Awakening

.:..:..:.A T E N Ç Ã O.:..:..:.. Se não é possível resgatar o “sujeito” do outro, é eminentemente necessário reavivar o “sujeito” de si mesmo que só

.:..:..:.A T E N Ç Ã O.:..:..:..

Se não é possível resgatar o “sujeito” do outro, é eminentemente necessário reavivar o “sujeito” de si mesmo que só pode ser concebido e readmitido através do ato da re-volta.
Colin Wilson

A verdade não é uma construção mental. Ela já está aí; não é uma construção mental. Ao contrário, por causa de sua construção mental, devido à excessi

A verdade não é uma construção mental. Ela já está aí; não é uma construção mental. Ao contrário, por causa de sua construção mental, devido à excessiva atividade de sua mente, a verdade se oculta. Sua mente cria nuvens. Você fica se movendo nas nuvens e o céu se oculta. Disperse as nuvens, disperse os pensamentos, disperse os argumentos, a lógica, as filosofias, e subitamente a verdade se revela. Ela sempre esteve ai; ela já é um fato. Você não precisa fazer nada para criá-lo. Você precisa simplesmente ser dócil a ela, sem pensamentos, alerta, atento, e ela se manifesta. Ela sempre esteve ai. A verdade está oculta dentro de você; portanto, você não precisa ir a parte alguma. Não há necessidade de ir para o Himalaia. A única coisa necessária é ir para dentro.

Osho

Confraria dos Despertos: A verdade não é uma construção mental

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Invocação da luz do Sol - Música em 432 Hz

Navegante do Infinito: O QUE ESTA ACONTECENDO COM OS NOSSOS CORPOS

Navegante do Infinito: O QUE ESTA ACONTECENDO COM OS NOSSOS CORPOS: Quando criei este blog, eu senti a necessidade de sair do chão e navegar por aí sem lógica nem nexo, olhando tudo e a todos sem o caráter de...

Carl Honore homenageia a lentidão | Video on TED.com

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ATITUDE Harmonização Pessoal e de Ambientes. Angela Bauer Terapeuta Holística CRT 39365 Antes de tudo, acredite no amor. Por Roberto Shinyashiki

ATITUDE

Harmonização Pessoal e de Ambientes.

Angela Bauer

Terapeuta Holística

CRT 39365

Antes de tudo, acredite no amor.

Por Roberto Shinyashiki

O amor é inevitável na vida dos seres humanos, assim como é inevitável que a rosa exale seu perfume. Por isso, o primeiro passo para amar é acreditar no amor.

Sempre houve a crença de que Deus nos daria tudo o que a Ele pedíssemos. Mas isso não é verdade. Ele nos dá apenas aquilo em que acreditamos. Então, se alguém crê no amor, conseguirá o amor e, se acreditar na solidão, acabará só.

Em um mosteiro Zen, conduzido por dois irmãos, o mais velho era muito sábio, e o mais novo, ao contrário, era tolo e tinha apenas um olho. Para um forasteiro conseguir hospedagem por uma noite nesse mosteiro, tinha de vencer um dos monges em um debate sobre o Zen-Budismo.

Uma noite, um forasteiro foi pedir asilo e, como o velho monge estava cansado, mandou o mais novo confrontar-se com ele, com a recomendação de que o debate fosse em silêncio. Dessa forma, o monge tolo não cometeria enganos.

Algum tempo depois, o viajante entrou na sala do sábio monge e disse:

— Que homem sábio é o seu irmão! Conseguiu me vencer no debate e, por isso, devo ir embora.

O velho monge, intrigado, perguntou:

— O que aconteceu?

E escutou a resposta:

— Primeiramente, ergui um dedo simbolizando Buda, e seu irmão levantou dois simbolizando Buda e seus ensinamentos. Então, ergui três dedos para representar Buda, seus ensinamentos e seus discípulos, e meu inteligente interlocutor sacudiu o punho cerrado, à minha frente, para indicar que todos os três vêm de uma única realização.

Pouco depois, entra o monge tolo, muito aborrecido, e é saudado pelo irmão, que lhe perguntou o motivo de sua chateação. E o caolho respondeu:

— Esse viajante é muito rude! No momento em que me viu, levantou um dedo, me insultando, indicando que tenho apenas um olho. Mas, como ele era visitante, eu não quis responder à ofensa e ergui dois dedos, parabenizando-o por ele ter dois olhos. E o miserável levantou três dedos, para mostrar que nós dois juntos tínhamos três olhos. Então fiquei furioso e, com o puhno cerrado, ameacei lhe dar um soco. E, assim, ele foi embora.

Essa simples história nos mostra que as pessoas sempre procuram nos outros e na vida a confirmação daquilo em que acreditam. Infelizmente, elas têm andado muito desesperançadas no amor, como se a satisfação fosse impossível, e acabaram criando um mundo de pouco amor.

Como poderemos viver sem amar? Impossível, porque, se assim for, o vazio sempre nos acompanhará. Lembre-se: o amor é inevitável na vida dos seres humanos, assim como é inevitável que a rosa exale seu perfume. Por isso, o primeiro passo para amar é acreditar no amor.

ATITUDE

21 9222-1906 / atitude@v3av.com