quinta-feira, 5 de setembro de 2013

CÃES E CRIANÇAS - O SUCESSO DESTA RELAÇÃO VAI DEPENDER MUITO DE VOCÊ.


A chegada de um bebê novo em uma casa onde vive um cão é um evento importante para o animal que até então tinha todas as atenções voltada para ele. Na intenção de facilitar este processo de adaptação, tornando tudo mais prazeroso ,ficam aqui algumas dicas.





Enquanto o Bebê ainda não chegou
Ao descobrir que espera um neném é recomendável uma visita do seu amigão ao veterinário para certificar-se que seu peludo está saudável e livre de todos os parasitas. Faça um teste e examine como está a obediência do cão em relação aos comandos básicos. O comando mais importante que seu cão deve obedecer é fica, senta e deita. Isto permitirá que seu cão seja um membro da casa sem causar incidentes. O seu cão não obedece a esses 3 comandos e você não se sente apto a ensina-lo? É aconselhado procurar a ajuda de um profissional.
Se você tiver um cão extremamente dependente, comece a treinar sua independência aos poucos, pois um cão muito dependente pode criar problemas depois da chegada do bebê.
*O ideal é que você crie alguns espaços exclusivos de descanso para o cão, pode ser uma caixa de transporte, um cercado, um canil...o importante é que seja aconchegante, tenha uma vasilha com água fresco por perto e brinquedos para que se entretenha. Aos poucos vá deixando-o no local escolhido por um tempo maior, sempre com carinho, dê petiscos, deixe um brinquedo e se afaste. Quando retornar sempre o elogie e agrade pelo bom comportamento.
Apresente ao cão o quarto, o berço e aos sons de um recém-nascido através de fitas gravadas se possível.
Pratique caminhadas com seu cão junto ao carrinho de bebê, este ainda vazio, para que ele aprenda a ser um bom companheiro e a se comportar nos passeios com o bebê



Após a chegada do bebê


Quando o bebê estiver no hospital, envolva-o em uma de suas mantas por pelo menos 30 minutos e depois deixe que o papai a leve para casa e permita que o chorro sinta o cheiro do bebê .
Quando você chegar com o bebê em casa, deixe seu cão dizer alô primeiro para você (retribua com muito carinho, pois ele ficará feliz em rever-la). O papai deve estar segurando o bebê. Quando o cão se acalmar, tiver passado a ansiedade do reencontro, então se sente e pegue o bebê em seus braços e deixe que o cão sinta seu cheiro e o veja, conversando com o cão com muita calma e carinho.
As primeiras semanas farão parte de um período de transição difícil, tanto para a família como para o animal.
E natural com a chegada de um recém nascido que a rotina da casa se altere com a movimentação de muitas pessoas que vem visitar o bebê. Além do que, uma criança ocupará muito do seu tempo que antes era para passeios e brincadeiras com o seu amigão. Nesta hora lembre ao papai o quanto é fundamental a participação dele neste processo dividindo as tarefas do dia a dia com você.


Seja paciente. Dê ao cão uma possibilidade de se acostumar às novidades, seja generoso em afagos e elogios a cada bom comportamento, carregue com você pequenos pedaços de petiscos e ofereça sempre que merecer, isso fará com que se sinta bem e aceite o novo integrante da família mais rapidamente.  Em 2-4 semanas ele deve estar já se sentindo totalmente familiarizado com todas as mudanças, voltando a agir de maneira natural.  
ATENÇÃO! Nunca deixe seu cão sozinho com o bebê. Lembre, seu cão é um animal e tem instintos e reações que não são as mesmas dos seres humanos. Alguns podem ficar bem estressados nesse período, proteja seu cão da criança quando esta começar a se movimentar pela casa com andadores e coisas do gênero, criando um *local seguro fora dos limites do bebê, para seu cão quando este quiser descansar ou ficar sozinho. O uso de Florais de Bach pode ajudar. Converse com o veterinário.



FLORAIS DE BACH para bebês e crianças:





Os Florais de Bach são uma forma de tratamento feito à base de flores.

É excelente para crianças que sofrem por medos concretos ou inexplicáveis, para as inseguras, possessivas, agressivas, que gostam de dominar as pessoas, para aquelas que estão em fase de adaptação na escola, para aumentar a concentração, enfim qualquer conflito interno que esteja sendo prejudicial à vida infantil.

Muitas vezes, as crianças desenvolvem quadros de doenças em função de conflitos internos ou por não estarem conseguindo lidar com suas dificuldades ou ainda com a realidade em que vivem nestes casos indica-se o tratamento com Florais para auxiliar a criança a encontrar o equilíbrio emocional, são um tratamento complementar para crianças que já fazem ou não, tratamentos alopáticos ou homeopáticos, melhorando seu equilíbrio.

Vale à pena conhecer essa forma de tratamento que transforma qualquer sofrimento em coragem, segurança, aumento da autoestima, confiança e clareza do que se deseja, aumentando a capacidade de expor o sentimento de forma adequada e tranqüila.

Os Florais de Bach não possuem nenhum tipo de contraindicação. É necessário, no entanto, que um especialista avalie a pessoa para recomendar as melhores essências. Lembramos que os florais não substituem tratamento, acompanhamento médico e/ou medicamentos indicados pelo seu médico.

O tratamento com as flores do Sistema Bach para bebês é realizado através de uma anamnese (entrevista), onde a mamãe e/ou o papai, irá relatar suas observações, dúvidas e preocupações em relação ao bebê. A partir desses dados, é possível escolher entre o repertório floral os mais indicados e realizar o acompanhamento e o desenvolvimento da terapia.

Situações mais comuns:
Distúrbios do sono, agitação, apego à mãe, nascimento dos dentes, troca de alimentação, preguiça para engatinhar, andar e falar, e outras situações estressantes para os pequenos.


Angela Bauer.


Depois de algum tempo...






"Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes, não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança."
William Shakespeare

Como controlar a RAIVA:






- No trânsito... Em vez de gritar ou ir à forra se tomar uma fechada, analise se o erro não foi seu antes projetar a culpa no outro: “Será que foi ele que me fechou ou eu que não sinalizei direito?”
- Numa discussão de trabalho... Em vez de ficar enfurecido, vá tomar um café ou uma água. É o tempo de que você precisa para se recompor emocional e mentalmente e ter uma reação mais sensata.
- Quando o chefe disser uma coisa que o enfurece... Evite a qualquer custo a resposta reativa, impensada. Afinal, ele pode não ter a razão, mas tem o poder. “Pergunte-se: se eu explodir com meu chefe, isso vai me ajudar ou vai agravar o problema?”, sugere Lana Harari.
- Se o filho pequeno fizer birra... Lance mão do chamado efeito Bellac. “Consiste em falar para a criança, ou qualquer outra pessoa, que ela é muito legal. Então, ela se tornará mais fácil de lidar para corresponder à boa imagem que se tem dela”, explica Lana Harari. “Mas isso tem de ser feito de uma forma sutil, claro.”
- Se a internet não estiver funcionando... Lembre-se de que há mil coisas que você pode fazer sem ela: ver televisão, ler um bom livro, telefonar para uma amiga, arrumar as gavetas, ir até o banco pagar a conta, exercitar-se...
- Se o mecânico mexer em algo do seu carro que não havia sido combinado... Em vez de ter um infarto de raiva, vá procurar seus direitos. Pode ser no Procon, na defensoria pública.
- Quando estiver há meia hora esperando no telefone pelo atendimento do telemarketing... “Experimente dizer para si mesmo: ‘Cal...ma’. Quem mantém a calma mantém também o controle”, ensina Marilda Novaes Lipp.
- Quando o vizinho de cima não parar de fazer barulho... Lembre-se de que o síndico existe para resolver essas questões. Buscar a figura de um intermediador é mais sensato e útil que agir por impulso. Ele fará valer as leis do condomínio.
- Quando se sentir injustiçado... Reze. Funciona para aplacar a raiva, como concluiu uma pesquisa realizada na Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, em 2011. O estudo teve várias fases, que envolveram 53 voluntários. Na primeira, eles tiveram de descrever seus sentimentos. Na segunda, foram convidados a rezar por uma hipotética estudante chamada Maureen, que tinha câncer. Finalmente, detalharam de novo seus sentimentos, que se mostravam sensivelmente menos raivosos. Não importa para quem vai direcionada a prece: a diminuição da raiva deve-se menos à intervenção divina e mais ao fato de que rezar muda a forma como as pessoas se comportam com relação a situações negativas.
- Quando a fila não andar e você já estiver atrasado... Dê-se conta de que há coisas que você não pode controlar. Saia e volte outra hora. Se não for possível, recordese do mantra: “Dai-me forças para mudar o que pode ser mudado, resignação para aceitar o que não pode e sabedoria para diferenciar entre um e outro”.
- Depois de uma discussão... Converse com alguém. Uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e divulgada em junho comprovou que descrever o que está sentindo funciona para baixar o ritmo cardíaco e a sensação de irritação.
- Em qualquer situação nonsense... O bom humor é um precioso antídoto quando o riso vem cheio de aceitação. O palhaço aprende a extrair de uma falha ou imperfeição sua própria humanidade. Podemos aprender com ele.


Raiva: aprenda a lidar com ela Esse sentimento tem um espaço importante na vida. Quanto mais estudarmos o fenômeno e entendermos como ele se forma e aproxima, melhor o combateremos Texto: Ivonete Lucírio




Será que estamos ficando mais raivosos? Dependendo do ambiente e de como se observa o assunto, a resposta pode ser sim. “De modo geral, a raiva é uma consequência direta do estresse que vivemos. À medida que a pressão aumenta na sociedade, também a raiva surge com maior frequência”, responde a psicóloga Marilda Novaes Lipp, presidente do Instituto de Psicologia e Controle do Stress (IPCS), de São Paulo, e autora do livro Stress e o Turbilhão da Raiva (editora Casa do Psicólogo). Um item a mais, contudo, parece engrossar esse caldo: em tempos de redes sociais, e-mails e SMS, é possível expressar qualquer sentimento sem olhar nos olhos de ninguém. É a chamada e-raiva, ou e-anger, termo cunhado pela psicóloga americana Louise Doncaster, em 2003. “A tecnologia moderna tirou o olho no olho”, diz Marilda. E isso diminui o filtro na hora de dizer aquelas verdades iradas – sendo elas justas ou não.
Seria ótimo mandar um recado anônimo para seu chefe bem naquele dia em que ele tirou toda sua moral durante uma reunião? Tem um perfil de Twitter para isso: http://abr.io/bossbitching. Em outro endereço eletrônico, pode-se simplesmente odiar coisas: www.hatebook.org. Isso tudo sem maiores consequências. Exceto o fato de que a própria tecnologia pode causar ataques de ira. Uma pesquisa realizada na Inglaterra demonstrou que 61% dos usuários de internet costumam xingar quem está por perto – incluindo os inocentes animais de estimação – quando a página que se tenta acessar demora a carregar. A internet, claro, não criou a raiva. É apenas mais uma forma para externá-la.
Vale lembrar que a emoção faz parte do rol de ferramentas primárias com as quais todo ser humano já nasce, juntamente com o medo, a alegria, a tristeza e a surpresa. São ferramentas primárias, diga-se, porque necessárias à sobrevivência. Na época das cavernas, a fúria era tão importante quanto a machadinha de pedra polida forjada para arrumar comida, e não se transformar em uma. Ainda hoje ajuda a matar um leão por dia. Ou dois, três... Primitiva como é, muitas vezes essa emoção surge como uma reação biológica. Os hormônios do estresse – ele mais uma vez – são liberados no sangue. A respiração e os batimentos cardíacos se aceleram. As pupilas dilatam e a corrente sanguínea se concentra ao redor dos músculos e longe do sistema digestivo, dando a impressão de que o estômago está enrolado em papel filme. “Esse estado físico e emocional serve para mobilizar o sistema nervoso para um determinado objetivo, aumentando o que chamamos de fitness do organismo. Ou seja, a pessoa passa a ter maior chance de êxito num contexto ambiental específico”, explica o psiquiatra Márcio Bernik, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP). E esse contexto pode ser o mais variado, passando pela necessidade de mostrar as garras para se sair bem num emprego, enfrentar quem ameaça aqueles que você ama ou quem está ocupando um espaço que julga ser seu.
O bom da modulação
Ninguém está dizendo que a raiva precisa ser engolida. Até porque ela pode explodir em gastrite, hipertensão e outros problemas. Para a medicina tradicional chinesa, a raiva contida ou, ao contrário, expressa o tempo todo tem impacto direto no fígado. Daí porque cuidar do órgão deixa a pessoa mais tranquila. E vice-versa. É preciso deixar a raiva ir escapando aos poucos para, por mais paradoxal que pareça, não perder a cabeça num acesso de fúria violento.
O limite para diferenciar o que é a raiva normal da que se torna uma doença é que são elas. No Ambulatório Integrado de Transtornos do Impulso do HCFMUSP, há uma espécie de nota de corte. Para definir os casos que merecem atendimento urgente, levam-se em conta a frequência das crises (de dois a três ataques de raiva por semana, por pelo menos três meses seguidos), a desproporção entre o que causou o destempero e o tamanho da reação, e os sintomas associados, como suor, formigamento, tremores e taquicardia. Pacientes nessas condições recebem antidepressivos e terapia em grupo na tentativa de não ser mais vítima do pavio curto. De qualquer forma, há muito tempo o tema provoca reflexões. O filósofo grego Aristóteles tinha uma receita de como ficar irritado sem perder a linha em seu livro Ética a Nicômano: “Qualquer um pode zangar-se, isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa, isso, sim, é difícil!”
No cérebro, a raiva passa por um processo de modulação. No primeiro instante vem a ativação, que faz disparar o impulso para a luta. Depois, a moderação, artifício que ajuda a dar a devida importância ao problema. “É nesse momento que avaliamos os dados da realidade, conferindo ao fato a importância devida, sem supervalorizá-lo ou subestimá-lo”, diz a psicóloga Lana Harari, de São Paulo.
“Outro dia, eu estava andando no estacionamento do supermercado para pegar meu carro, depois de ter feito zilhões de coisas o dia todo, e uma mulher veio na contramão. Uma senhora que estava perto de mim comentou com o filho: ‘Só podia ser mulher mesmo!’ A observação me deixou profundamente irritada”, conta a relações públicas carioca Danielle Carvalho. “Poxa vida, como uma mulher pode falar isso de outra nos dias de hoje?! Quase fui tirar satisfação, mas me perguntei se valia mesmo a pena. Então tentei imaginar uma hipótese engraçada: ela fez aquela crítica apenas para agradar ao filho machista, um solteirão que vivia na barra da saia da mãe. Acabei rindo”, completa. Danielle passou por um processo de modulação, que envolveu a razão antes de partir para a ação, atitude saudável quando alguém se depara com uma situação que faz o sangue ferver. Mas ela não foi sempre assim. Era do tipo tempestuoso.
Quando tinha 10 anos, partiu para cima de um tio porque ele ameaçava bater no primo. Com 25 anos, começou a fazer terapia cognitivo-comportamental logo depois de ser abandonada pelo namorado e descobriu que mergulhar na raiva simplesmente não valia a pena. “Entendi que fazia parte de um processo de aceitação das coisas e que muitas, infelizmente, não têm como mudar”, conta ela.
Por certo, é absolutamente normal sentir os ventos fortes que agitam a atmosfera de uma relação ou situação. E nem sempre é ruim soltar a voz e disparar raios e trovões. Como toda emoção (palavra vinda do latim, “mover-se”), os sentimentos nos tiram de um estado de letargia e fazem tomar alguma atitude. “A ira nos dá coragem e vigor com rapidez, impulsiona a pessoa a tomar uma decisão”, concilia Marilda Novaes Lipp. Outra função é sinalizar ao outro que algo não vai bem. “Sem esse recurso, o indivíduo se torna frágil”, diz a psicóloga Brenda Gottlieb, de São Paulo.
No entanto, como se percebe essa manifestação de alta temperatura não é unanimidade em todas as culturas. Há especificidades, como mostra um estudo realizado na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Por exemplo: uma pequena dose desse sentimento ajuda a alcançar o objetivo se na mesa de negociações estiverem europeus e americanos. Mas asiáticos não entram nessa linha. O experimento usou voluntários da própria universidade. Metade era europeia ou descendente de europeus, e a outra metade, asiática ou seus descendentes. Cada um participou de uma negociação por meio de um computador para vender um celular.
Eles acreditavam estar negociando com outra pessoa, porém estavam enfrentando um programa de computador. Em determinados momentos, o “outro negociador” se mostrava hostil. Os europeus ou seus descendentes tendiam a fazer mais concessões a um oponente raivoso que os asiáticos.
Dominada, mas não ignorada
É muito pouco provável passar pela vida sem dar um piti. Mirela Alves, secretária executiva paulista, tinha explosões constantes. Na última delas, há cerca de um ano, estava parada no estacionamento de um shopping onde faz ginástica, falando ao celular, e outra mulher deu farol alto para ela andar. Assim que estacionou, desceu do carro e foi tirar satisfação. Quando viu que a mulher estava acima do peso, a agrediu: “Você deveria ir para a academia em vez de irritar os outros!” No final do ano passado, começou um novo relacionamento. O namorado é o oposto dela, a calma em pessoa. Então Mirela percebeu que tinha de mudar, até porque já tinha se dado mal várias vezes por causa de seus ataques. Começou a praticar ioga e está tomando florais de Bach. Aprendeu ainda um mantra para os momentos de clima mais tenso: “Que nós jamais nos desentendamos, que haja paz, paz, paz”.
Quando a cólera vem, deve ser dominada, mas não ignorada. Nem tente esmurrar almofadas para descontar a ânsia veemente. O psicólogo Jeffrey Lohr, da Universidade do Arkansas, nos Estados Unidos, estudou durante dez anos essa técnica e concluiu que, quanto mais raiva você sente, mais raiva você sente. É preciso lidar com a realidade como ela se apresenta, mostrando à raiva quem manda em quem. Respire para oxigenar o cérebro e relaxar a musculatura; tente lembrar que nem tudo é uma questão pessoal; e, se possível, saia de perto da situação que o deixou nervoso. O princípio da realidade, postulado por Sigmund Freud, diz que a realidade nem sempre gratifica, porque exige que nos adaptemos às dificuldades. Brigar com o chefe, o marido, o amigo ou o filho é, às vezes, inevitável. Se nos lembrarmos de manter o coração leve, no entanto, logo a agitação acompanhada de relâmpagos, trovões, chuva e granizo passa, e vem a bonança.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Gente vamos ajudar repassando é filho de uma pessoa muito querida que está muito preocupado. É sério, não é brincadeira não! Obrigado a todos que puderem ajudar! Namaste!

Lucas Martins, por favor mande notícias!
Você saiu de casa (Estácio) ontem 5a feira 08/08 às 16hs, e até agora não deu nenhuma notícia aos seus familiares.
Você já passou por está situação no passado, e sabe o quanto dói ficar tanto tempo sem notícias de alguém, não cometa o mesmo com quem te ama!
Nós estamos aguardando pelo menos uma ligação!
Desculpa por gostarmos de você e nos preocuparmos contigo!
Da sua amiga do coração,
Angela Bauer.

(se alguém souber de algo por favor, entre em contato com a gente pelo meu face mesmo).

Obrigada a todos que puderem repassar e ajudar de alguma forma!

Namaste! _/\_

domingo, 4 de agosto de 2013

O que é DEEKSHA?




Em sânscrito, Deeksha significa “transmissão de energia elevada”, “energia cósmica” ou “energia pura”. Trata-se de uma entrega de energia pura do Mestre, que se transforma num vórtice para a “revelação do discípulo (a)”, ou para a sua Iluminação, que só é alcançada pela graça divina.

Desde o hinduísmo, ou séculos antes de Cristo, seres divinos como Krishina, Buda, Mahavira e outros deram Deeksha a seus discípulos diretos. O próprio Jesus fez transferência de energia aos apóstolos e usou-a para a cura. Outros mestres, escolas de mistério, xamãs lidaram com a transferência de energia pura como parte dos ritos de iniciação presencial entre Mestre e discípulo.

Nesse momento de tantas tensões na história da humanidade e de condições tão desfavoráveis para o meio ambiente e a sobrevivência da vida no planeta, Sri Amma e Sri Bhagavan se apresentam como os Avatares da Iluminação. São eles quem estão dando Deeksha para os discípulos diretos, iniciados (Deeksha-Das) e, através deles, para a humanidade. Até o ano 2012, a missão de Sri Amma e Sri Bhagavan é iluminar cerca de 64 mil pessoas para que o ser humano consiga atingir a Era Dourada. Esse é o campo morfogenético necessário para a entrada da humanidade em outro patamar de Vida. Leia a entrevista com Sri Bhagavan feita por Kiara Windrider.

A energia pura da Deeksha atuando no cérebro das pessoas faz aflorar questões essenciais que estão além da mente, para serem trabalhadas, curadas e para que a pessoa consiga dar o próximo passo, o salto quântico ou atingir a iluminação. Padrões básicos emocionais e comportamentais começam a ser limpos nesse processo, tornando mais fácil o despertar da autoconsciência. Por isso, a Deeksha é experimentada de forma muito particular e cada pessoa vive o seu próprio processo. Em alguns casos, pessoas que receberam Deeksha tiveram dores de cabeça, dores no corpo, afloraram sonhos, recordações e emoções passadas. Quando isso acontece é sinal de abertura e limpeza! Outros contam que têm insights reveladores e uma nova compreensão do próprio processo pessoal. Há pessoas que dão testemunho de grandes mudanças na própria vida.

Sri Amma e Sri Bhagavan têm milhões de discípulos na Índia e em todo o mundo que manifestam a fé e a crença em Deus de diferentes modos e através de diferentes religiões. Até o final de 2005, eram cerca de três mil os que haviam passado pela iniciação direta com Eles ou pelo “Processo de 21 Dias” como é chamado. Somente os iniciados diretos, ou Deeksha-Das, podem dar Deeksha, porque eles se transformaram em canais para que a energia pura de Sri Amma e Sri Bhagavan toque outras pessoas através deles.

Deeksha, portanto, não é uma simples prática ou uma disciplina espiritual. Nesse caso, somente os que passaram pelo samskara shuddhi (limpeza interior) com ajuda da Sri Amma e Sri Bhagavan, dos Seres Cósmicos (seres de consciência muito elevada), (homas) rituais de limpeza e guiados pelos Dasajis (monges) é que podem dar Deeksha por meio da impostação de mãos sobre a cabeça da outra pessoa. Os iniciados podem, em determinadas circunstâncias, dar Deeksha à distância, por intenção, com o olhar, um abraço, através de uma atividade profissional ou artística. É como se o/a Deeksha-Das se transformasse num beija-flor que polizina a Vida e forma redes de energia de luz (como os neurônios no cérebro) entre pessoas e por todo o planeta.

  
Como se sabe, é milenar a afirmação de sábios, mestres e, atualmente, de cientistas da área de neurociência, que é no cérebro que ocorre a mudança para se atingir a iluminação. Nesse sentido é que Sri Bhagavan afirma que “a Deeksha é um fenômeno neurológico”, porque ela atua na região dos lóbulos parietais e frontais. Os lóbulos parietais são responsáveis pela orientação espacial e pelas sensações, incluindo a de estar separado de todas as coisas. Nos seres humanos, os parietais estão hiperativos e, portanto, dificultam o sentimento de pertencimento, paz e Unidade. Os lóbulos frontais são responsáveis, entre outras funções, pela produção de hormônios como, por exemplo, a oxitocina, a dopamina e outros, que são os hormônios da compaixão, do prazer e da alegria. Atualmente, os lóbulos frontais estão pouco ativos no ser humano. A Deeksha atua, portanto, no sentido de harmonizar as funções do cérebro, o sistema límbico, o neocórtex e a medula oblonga, chamada de “esfera do Criador”. A medula oblonga é a responsável por manter todo o funcionamento vital do corpo humano, como a respiração, a digestão e a circulação. Ela trabalha silenciosamente, sem que você esteja consciente dela, sem julgamento e com a mesma eficiência seja para o corpo de um santo, um criminoso, um milionário ou uma mulher. Leia alguns textos em Ciência.

Stricto sensu, Deeksha não é religião. Sri Bhagavan afirma que “a Deeksha vai ajudar você a confiar ainda mais na sua própria fé”. Se você não tem uma crença ou religião, mas se sente re-ligado (a) com o divino, o ato de receber Deeksha pode ser um momento de profunda comunhão, de insights reveladores e até de se chegar a estados alterados de consciência que caracterizam o estado de Unidade com tudo o que existe.



Moola Mantra

O Moola Mantra é uma benção Divina. Você não precisa ser devoto de Sri Amma e Sri Bhagavan para receber esta Graça, mas você precisa invocá-la com o coração.

A benção Divina do Moola Mantra é para todos aqueles que estão buscando o fim do sofrimento e que aspiram atingir um estado elevado de consciência ou iluminação. O Moola Mantra contém a natureza de Deus e da criação.



“Aum Sat-Chit Ananda Parabrahma,
Purushotama, Paramatma,
Sri Bhagavathi Sametha,
Sri Bhagavathe Namaha ”



Significado do Moola Mantra:

Aum/Om – Som original do Universo
Sat – Existência
Chit - Consciência
Ananda – Benção
Parabrahma – O maior de todos, Deus, O-sem-forma, Aquele que está além do espaço
e do tempo
Purushotama – O Deus manifestado (Jesus, Buddha, Kalki)
Paramatma – O Divino em nosso coração
Sri – Palavra que designa tratamento cerimonioso a uma alta consciência
Bhagavathi – O aspecto feminino do Divino
Sametha – Em conexão com
Bhagavethe – O aspecto masculino do Divino
Namaha – Eu me entrego, reverencio tudo isto





terça-feira, 30 de julho de 2013

Já conhecia a oração dos cinco dedos? É muito famosa. E o seu autor é o Papa Francisco, no tempo em que era bispo na Argentina. Lindíssima!




A ORAÇÃO DOS CINCO DEDOS

1 .DEDO POLEGAR: O dedo polegar é aquele que está mais próximo de ti.
Assim, começa a rezar por aqueles que estão mais unidos a ti.
São aqueles que mais facilmente recordamos.
Rezar pelos que amamos é uma "tarefa doce".
2. DEDO INDICADOR: O próximo dedo é o indicador: reza pelos que ensinam, instruem e curam. Para conduzirem os outros na direção correta, eles necessitam de apoio. Mantém-nos presentes na tua oração.
3. DEDO MÉDIO: O dedo seguinte é o mais alto: faz-nos recordar os nossos líderes, os governantes, aqueles que detêm a autoridade. Eles necessitam da direção divina.
4. DEDO ANELAR: O próximo dedo é o do anel. Surpreendentemente, este é o nosso dedo mais débil. Lembra-nos o dever de rezarmos pelos fracos, doentes ou atormentados pelos problemas. Eles precisam das tuas orações.
5. DEDO PEQUENO: Finalmente, temos o dedo pequeno, o mais pequeno de todos. O mindinho deveria fazer-te recordar que deves rezar por ti mesmo. Depois de teres rezado pelos outros quatro grupos de pessoas, então as tuas próprias necessidades aparecerão numa perspectiva correta e estarás preparado para rezar por ti mesmo, de modo mais adequado.

domingo, 21 de julho de 2013

Deus é uma jornada pessoal! Assista hoje antes de dormir, reflita e comente!

Florais de Bach - Olive (cansaço generalizado) (Olea europaea) Para aquelas pessoas que se sentem exauridas física e psiquicamente. Esgotamento total, sem força, cansaço. Esta essência ajuda a pessoa a se fortalecer e a recuperar o equilíbrio vital.


Florais de Bach - Olive (cansaço generalizado)
(Olea europaea)

Para aquelas pessoas que se sentem exauridas física e psiquicamente. Esgotamento total, sem força, cansaço. Esta essência ajuda a pessoa a se fortalecer e a recuperar o equilíbrio vital.



Florais de Bach

 - Beech

 (crítico de mais com os outros)

(Fagus sylvatica)

Para aqueles que são demasiadamente críticos, arrogantes, intolerantes, racistas. Costumam julgar e condenar os outros. Irritam-se facilmente com hábitos, manias e jeito de ser alheios.

sábado, 22 de junho de 2013

FLORAIS DE BACH para bebês e crianças:





FLORAIS DE BACH para bebês e crianças:
  
Os Florais de Bach são uma forma de tratamento feito à base de flores.

É excelente para crianças que sofrem por medos concretos ou inexplicáveis, para as inseguras, possessivas, agressivas, que gostam de dominar as pessoas, para aquelas que estão em fase de adaptação na escola, para aumentar a concentração, enfim qualquer conflito interno que esteja sendo prejudicial à vida infantil.

Muitas vezes, as crianças desenvolvem quadros de doenças em função de conflitos internos ou por não estarem conseguindo lidar com suas dificuldades ou ainda com a realidade em que vivem nestes casos indica-se o tratamento com Florais para auxiliar a criança a encontrar o equilíbrio emocional, são um tratamento complementar para crianças que já fazem ou não, tratamentos alopáticos ou homeopáticos, melhorando seu equilíbrio.

Vale à pena conhecer essa forma de tratamento que transforma qualquer sofrimento em coragem, segurança, aumento da autoestima, confiança e clareza do que se deseja, aumentando a capacidade de expor o sentimento de forma adequada e tranqüila.

Os Florais de Bach não possuem nenhum tipo de contraindicação. É necessário, no entanto, que um especialista avalie a pessoa para recomendar as melhores essências. Lembramos que os florais não substituem tratamento, acompanhamento médico e/ou medicamentos indicados pelo seu médico.

O tratamento com as flores do Sistema Bach para bebês é realizado através de uma anamnese (entrevista), onde a mamãe e/ou o papai, irá relatar suas observações, dúvidas e preocupações em relação ao bebê. A partir desses dados, é possível escolher entre o repertório floral os mais indicados e realizar o acompanhamento e o desenvolvimento da terapia.

Situações mais comuns:
Distúrbios do sono, agitação, apego à mãe, nascimento dos dentes, troca de alimentação, preguiça para engatinhar, andar e falar, e outras situações estressantes para os pequenos.

  
*Agende uma entrevista para conhecer os FLORAIS DE BACH.


Angela Bauer.
Terapeuta Floral


terça-feira, 11 de junho de 2013

AVE MARIA -musica sacra.

Uniespirito - Medicina e Espiritualidade

Por que viver o momento é impossível.


O procurado equanimidade de "viver o momento" pode ser impossível, de acordo com neurocientistas que já identificou uma área do cérebro responsável pela utilização decisões e resultados do passado para orientar o comportamento futuro.emprestador direto payday empréstimos
O estudo, baseado em pesquisa realizada na Universidade de Pittsburgh e publicado em 9 de agosto, em que o profissional revista Neuron , é o primeiro de seu tipo para analisar sinais associados à metacognição - capacidade de uma pessoa para monitorar e controlar a cognição (termo habilmente descrita por pesquisadores como "pensar sobre o pensar".)

"O cérebro tem de manter o controle das decisões e os resultados que eles produzem", disse Marc Sommer, que fez sua pesquisa para o estudo como um membro do corpo docente da neurociência da Universidade de Pittsburgh e é agora parte do corpo docente da Universidade de Duke. "É preciso que a continuidade do pensamento", Sommer continua. "Estamos mantendo constantemente decisões em mente à medida que avançamos na vida, pensando em outras coisas. Imaginamos que era análoga à memória de trabalho, o que apontaria para o córtex pré-frontal ".

Sommer previu que correlatos neuronais da metacognição residia nas mesmas áreas do cérebro responsáveis ​​pela cognição, incluindo o córtex frontal - a parte do cérebro ligada à expressão da personalidade, tomada de decisão e comportamento social. Sommer trabalhou com Paul G. Middlebrooks, que fez sua pesquisa para o estudo de Pitt antes de ele recebeu seu PhD em neurociência Pitt em 2011; Middlebrooks é agora um pós-doutorado na Universidade de Vanderbilt. A equipa de investigação estudou neurônios in vivo em três regiões corticais frontais do cérebro: o campo frontal dos olhos (associada com a atenção visual e os movimentos dos olhos), o córtex pré-frontal dorsolateral (responsável pelo planejamento motor, organização e regulação) e suplementar área dos olhos (SEF) envolvidos no planejamento e controle dos movimentos oculares sacádicos, que são os movimentos extremamente rápidos do olho que lhe permitem reorientar continuamente em um objeto.

Para saber onde metacognição ocorre no cérebro, os indivíduos realizaram uma tarefa de decisão visual que envolveu luzes aleatórias e uma luz dominante em um quadrado de papelão. Os participantes foram convidados a recordar e identificar onde a luz dominante apareceu, adivinhar se eles estavam corretos. Os pesquisadores descobriram que enquanto a atividade neural correlacionada com as decisões e palpites em todas as três áreas do cérebro, a atividade metacognitiva suposto que as decisões ligadas a apostas de residentes exclusivamente no SEF.

"O SEF é uma área complexa [do cérebro] relacionada com aspectos motivacionais do comportamento", disse Sommer. "Se pensarmos que vamos receber algo bom, a atividade neuronal tende a ser elevada em SEF. As pessoas querem as coisas boas da vida, e continuo recebendo essas coisas boas, eles tem que comparar o que está acontecendo agora contra as decisões tomadas no passado. "

Sommer observou que a definição de tais conceitos relacionados à metacognição, como a consciência, tem sido difícil por décadas. Ele vê suas pesquisas e trabalhos futuros relacionados a estudar a metacognição como uma etapa de um processo sistemático de trabalhar em direção a uma melhor compreensão da consciência. Ao estudar a metacognição, diz ele, que reduz o grande problema de se estudar uma "linha de pensamento" em um componente mais simples: analisar como um processo cognitivo influencia o outro.

"Por que não são os nossos pensamentos independentes um do outro? Por que nós não apenas viver o momento? Para uma pessoa saudável, é impossível viver o momento. É uma coisa agradável para dizer em termos de aproveitar o dia e aproveitar a vida, mas as nossas vidas interiores e experiências são muito mais ricas do que isso. "

Até agora, os pacientes com transtornos mentais não foram testados nessas tarefas, mas Sommer está interessado para ver como SEF e outras áreas do cérebro pode ser interrompido nesses transtornos.

"Com esquizofrenia e da doença de Alzheimer, há uma fractura do processo de pensamento. Ele é constantemente interrompido, e apesar de tentar manter um pensamento vai, um está distraído com muita facilidade ", disse Sommers. "Os pacientes com esses transtornos têm dificuldade de manter a memória de decisões passadas para orientar o comportamento mais tarde, o que sugere um problema com a metacognição."

O financiamento para esta pesquisa foi fornecido pela Universidade de Pittsburgh, da Universidade de Pittsburgh joint-Carnegie Mellon University Center para as bases neurais da cognição, o Instituto Nacional de Saúde Mental, e da Fundação Alfred P. Sloan.

A história acima é reproduzida a partir de materiais fornecidos pela Universidade de Pittsburgh .

Jornal de referência: 
1.Paul G. Middlebrooks, Marc A. Sommer. Correlatos neuronais da metacognição no córtex frontal de primatas. Neuron, 2012; 75 (3): 517 DOI: 10.1016/j.neuron.2012.05.028




Bebidas Brainy: Estudo revela como o chá verde impulsiona produção de células do cérebro para auxiliar de memória.



Há muito tempo se acreditou que o consumo de chá verde é bom para a memória. Agora, pesquisadores descobriram como as propriedades químicas de bebida favorita da China afeta a geração de células cerebrais, proporcionando benefícios para a memória eo aprendizado espacial. A pesquisa foi publicada no Molecular Nutrition & Food Research .emprestador direto payday empréstimos
"O chá verde é uma bebida popular em todo o mundo", disse o professor Bai Yun da Terceira Universidade Médica Militar, Chongqing, China. "Tem havido muita atenção científica sobre seu uso para ajudar a prevenir doenças cardiovasculares, mas agora não está surgindo evidências de que suas propriedades químicas podem afetar os mecanismos celulares no cérebro."

A equipe do professor Bai focada no EGCG química orgânica, ( galato de epigalocatequina-3 ) uma propriedade fundamental do chá verde. Enquanto EGCG é um conhecido anti-oxidante, a equipa Acredita pode também ter um efeito benéfico contra doenças degenerativas relacionadas com o envelhecimento.

"Propusemos que o EGCG pode melhorar a função cognitiva, impactando a geração de células de neurônios, um processo conhecido como neurogênese", disse Bai. "Focamos nossa pesquisa sobre o hipocampo, parte do cérebro que processa as informações de curto prazo para a memória de longo prazo."

A equipe descobriu que EGCG aumenta a produção de células progenitoras neurais, que, como as células-tronco podem se adaptar, ou diferenciar, em vários tipos de células. A equipe, então, usaram ratos de laboratório para descobrir se este aumento da produção de células deu uma vantagem para a memória ou aprendizagem espacial.

"Fizemos testes em dois grupos de ratos, um que tinha bebido EGCG e um grupo de controle", disse Bai. "Primeiro, os ratos foram treinados durante três dias para encontrar uma plataforma visível em seu labirinto. Em seguida, eles foram treinados por sete dias para encontrar uma plataforma escondida. "

A equipe descobriu que os ratos tratados com EGCG necessário menos tempo para encontrar a plataforma escondida. Em geral, os resultados revelaram que a EGCG aumenta a aprendizagem e memória, melhorando o reconhecimento de objetos e memória espacial.

"Nós mostramos que o EGCG química orgânica actua directamente para aumentar a produção de células progenitoras neurais, tanto em testes de vidro e em ratinhos", concluiu Bai. "Isso nos ajuda a entender o potencial de EGCG, e chá verde, que contém, para ajudar a combater doenças degenerativas e perda de memória."

Este artigo é publicado como parte de uma coleção de artigos que reúne pesquisa de alta qualidade sobre o tema da ciência e tecnologia de alimentos, com particular relevância para a China. Procurar artigos livres de ciência dos alimentos da Wiley e publicações de tecnologia, incluindo o Journal of Food Science , Journal of the Science of Food and Agriculture , e Molecular Nutrition & Food Research .

domingo, 9 de junho de 2013

Florais de Bach que auxiliam no Tratamento do Emagrecimento:






CHERRY PLUM: Melhora o autocontrole físico, emocional e mental.
WALNUT: Facilidade para lidar com mudanças, e para se libertar da opinião dos outros.
CLEMATIS: Criatividade para concretizar objetivos. Praticidade.
WHITE CHESTNUT: Clareza e calma para enfrentar problemas e preocupações.
HORNBEAM: Ânimo e confiança para as realizações das atividades do cotidiano.
WILD OAT: Firmeza de propósito. Clareza para direcionar as metas da vida.
IMPATIENS: Ajuda a conseguir paciência e perseverança.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Dores de Cabeça Constantes



Dores de Cabeça Constantes

A dor de cabeça é um problema comum nas sociedades atuais.




A dor de cabeça, também chamada de cefaleia, é um problema muito comum na sociedade, podendo afetar qualquer pessoa, independente de idade, raça ou nível social. Por vezes, a frequência e a intensidade das dores de cabeça podem afetar a rotina da pessoa, causando alguns prejuízos em sua qualidade de vida.

Existem mais de 150 tipos de dores de cabeça. Eles são divididos em primários e secundários.

Neste artigo serão focadas as dores de cabeça primárias, que são mais comuns e são decorrentes de distúrbios bioquímicos do cérebro que prejudicam os neurotransmissores, causando a dor. Dessa forma, elas mesmas são a doença e o sintoma. As dores de cabeça primárias podem ser do tipo enxaqueca, a mais conhecida; do tipo tensional; cefaleia em salvas e hemicranias paroxísticas.

Enxaqueca

Dor de cabeça unilateral, e às vezes bilateral, é mais comum entre as mulheres, com intensidade variando de moderada à intensa, e geralmente acompanhada por náuseas, vômitos, fobia à luz, ruídos ou cheiros. Com frequência variável, pode ter causas físicas ou emocionais, como estresse, TPM, determinados tipos de alimentos, etc. Esforços físicos pioram a dor que pode ter duração de 4 a 72 horas. Acredita-se que a enxaqueca tenha caráter hereditário.

Dor de cabeça tensional

Classificada como o tipo mais comum de dor de cabeça, é causada principalmente por estresse ou cansaço. Outras causas podem ser: alterações nos olhos, pescoço, dentes, maxilar ou postura incorreta. Acometem mais mulheres e a intensidade varia de leve à moderada. São dores que podem durar algumas horas ou dias, e se agravam com o estresse, esforço físico e excesso de trabalho. As pessoas com esse tipo de dor podem sentir náuseas ou fobia à luz e ruídos.

Cefaleia em salvas

Dor rara com causas ainda desconhecidas, que acomete mais homens. É um tipo de dor muito intensa (alguns pacientes chegam a bater com a cabeça na parede como uma forma de aliviar a dor). Pode ocorrer várias vezes ao dia, e deitar se torna um fator extremamente agravante. Pode durar de 15 a 180 minutos, associada aos seguintes sintomas: olhos vermelhos, lacrimejamento, corrimento e congestão nasal, sudorese, contração da pupila, queda da pálpebra do mesmo lado da dor e edema facial.

Hemicranias paroxísticas

É uma dor incomum, mas não rara. Facilmente confundida com enxaqueca, cefaleias em salvas e até sinusite. Pode ser uma dor intensa e severa ou pulsátil e moderada, podendo durar de 5 a 45 minutos. São acompanhadas por dor intensa nos olhos, têmporas, fronte e malar, olhos vermelhos, lacrimejamento, entupimento e corrimento nasal. As crises podem ocorrer diversas vezes ao dia, em dias seguidos ou com intervalos.

As dores de cabeça classificadas como secundárias são dores causadas por algum tipo de doença, como aneurismas, meningite, tumores cerebrais, problemas nos olhos, ouvidos, garganta, gripe, resfriados, doenças do corpo em geral, doenças nos vasos sanguíneos, pancadas na cabeça, aumento da pressão intracraniana, anatomia e fisiologia do crânio, entre outros.

Por Paula Louredo
Graduada em Biologia
Fonte: http://www.brasilescola.com/doencas/dor-cabeca.htm